Não entendo porque tem tanta gente que gosta de brigas ... eu evito ... evito de todas as formas que consigo, se bem que quando estou no meu período fértil ( como diria minha amiga Élida ), não consigo evitar um estressisinho básico, bom .... mas pelo menos eu tento, né ?
Não gosto de brigar, nem discutir, nem mesmo levantar a voz mas do que o necessário, apesar de ser “Pulante” ( usando outro termo da minha irmãzinha ), não tenho o habito de sair gritando por ai ... ta bom ... até faço coisas do gênero AS VEZES ... mas só por bons motivos ... Mas como ia dizendo, eu prefiro mesmo é estar sempre errada à ter que me exaltar com alguém; mesmo tendo a plena convicção de que uma pessoa tão perfeita quanto eu não pode estar errada ...
Estou me tornando perita em fingir estar errada, acho que pelo menos pra isso as aulas de teatro servem ... hauhauhau
Costumo achar que isso é prudência da minha parte, pois assim evito muitas confusões, que ao meu ver são extremamente desnecessárias.
Mas que de vez em quando dá uma vontade LOUCAAAA de agarrar uns pescoços por ai .... bom ... sou perfeita mas não sou de ferro, né .... rsrsr ....
melhor eu parar por aqui entes que comece a me exaltar.
sábado, 27 de setembro de 2008
strife
Não entendo porque tem tanta gente que gosta de brigas ... eu evito ... evito de todas as formas que consigo, se bem que quando estou no meu período fértil ( como diria minha amiga Élida ), não consigo evitar um estressisinho básico, bom .... mas pelo menos eu tento, né ?
Não gosto de brigar, nem discutir, nem mesmo levantar a voz mas do que o necessário, apesar de ser “Pulante” ( usando outro termo da minha irmãzinha ), não tenho o habito de sair gritando por ai ... ta bom ... até faço coisas do gênero AS VEZES ... mas só por bons motivos ... Mas como ia dizendo, eu prefiro mesmo é estar sempre errada à ter que me exaltar com alguém; mesmo tendo a plena convicção de que uma pessoa tão perfeita quanto eu não pode estar errada ...
Estou me tornando perita em fingir estar errada, acho que pelo menos pra isso as aulas de teatro servem ... hauhauhau
Costumo achar que isso é prudência da minha parte, pois assim evito muitas confusões, que ao meu ver são extremamente desnecessárias.
Mas que de vez em quando dá uma vontade LOUCAAAA de agarrar uns pescoços por ai .... bom ... sou perfeita mas não sou de ferro, né .... rsrsr ....
melhor eu parar por aqui entes que comece a me exaltar.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Elizabeth Bennet
"A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho se relaciona mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós".
(Trecho de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen).
sábado, 20 de setembro de 2008
"Nem tudo que se enfrenta pode ser modificado. Mas nada pode ser mudado até que seja enfrentado" (Chico Xavier).
Nasceste no lar que precisavas,
Vestiste o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou, de acordo com teu adiantamento. (...)
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são as almas que atraístes, com tua própria afinidade.
Portanto, teu destino está constantemente sobre teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes...
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima.
Antes de tudo, analisa e observa.
A mudança está em tuas mãos.
Reprograme tua meta, busque o bem e viverás melhor.
"Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim ".
Chico Xavier
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Conto dos três irmãos
Era uma vez três irmãos que estavam viajando por uma estrada deserta e tortuosa ao anoitecer. Depois de algum tempo, os irmãos chegaram a um rio fundo demais para vadear e perigoso demais para atravessar a nado. Os irmãos, porém, eram versados em magia, então simplesmente agitaram as mãos e fizeram aparecer uma ponte sobre as águas traiçoeiras. Já estavam na metade da travessia quando viram o caminho bloqueado por um vulto encapuzado.E a Morte falou. Estava zangada por terem lhe roubado três vítimas, porque o normal era os viajantes se afogarem no rio. Mas a Morte foi assusta. Fingiu cumprimentar os três irmãos por sua magia, e disse que cada um ganhara um prêmio por ter sido inteligente o bastante para lhe escapar.Então, o irmão mais velho, que era um homem combativo, pediu a varinha mais poderosa que existisse: uma varinha que sempre vencesse os duelos para seu dono, uma varinha de um bruxo que derrotara a Morte! Ela atravessou a ponte e se dirigiu a um velusto sabugueiro na margem do rio, fabricou uma varinha de um galho de árvore e entregou-a ao irmão mais velho.Então, o segundo irmão, que era um homem arrogante, resolveu humilhar ainda mais a Morte e pediu o poder de restituir a vida aos que ela levara. Então a Morte apanhou uma pedra da margem do rio e entregou-a ao segundo irmão, dizendo-lhe que a pedra tinha o poder de ressuscitar os mortos.Então, a Morte perguntou ao terceiro e mais moço dos irmãos o que queria. O mais moço era o mais humilde e também o mais sábio dos irmãos, e não confiou na Morte. Pediu, então, algo que lhe permitisse sair daquele lugar sem ser seguido por ela. E a Morte, de má vontade, lhe entregou a própria Capa da Invisibilidade.Então, a Morte se afastou para um lado e deixou os três irmãos continuarem a viagem e foi o que eles fizeram, comentanto, assombrados, a aventura que tinham vivido e admirando os presentes da Morte.No devido tempo, os irmãos se separaram, cada um tomou um destino diferente.
O primeiro irmão viajou uma semana ou mais e, ao chegar a uma aldeia distante, procurou um colega bruxo com quem tivera uma briga. Armado com a varinha de sabugueiro, a Varinha das Varinhas, ele não poderia deixar de vencer o duelo que se seguiu. Deixando o inimigo morto no chão, o irmão mais velho dirigiu-se a uma estalagem, onde se gabou, em altas vozes, da poderosa varinha que arrebatara da própria Morte, e de que a arma o tornava invencível.Na mesma noite, outro bruxo aproximou-se sorrateiramente do irmão mais velho enquanto dormia em sua cama, embriagado pelo vinho. O ladrão levou a varinha e, para se garantir, cortou a garganta do irmão mais velho.Assim, a Morte levou o primeiro irmão.
Entrementes, o segundo irmão viajou para a própria casa, onde vivia sozinho. Ali, tomou a pedra que tinha o poder de ressuscitar os mortos e virou-a três vezes na mão. Para sua surpresa e alegria, a figura de uma moça que tivera esperança de desposar antes de sua morte precoce surgiu instantaneamente diante dele.Contudo, ela estava triste, como que separada dele por um véu. Embora tivesse retornado ao mundo dos mortais, seu lugar não era ali, e ela sofria. Diante disso, o segundo irmão, enlouquecido pelo desesperado desejo, matou-se para poder verdadeiramente se unir a ela.Então, a morte levou o segundo irmão.
Embora a Morte procurasse o terceiro irmão durante muitos anos, jamais conseguiu encontrá-lo. Somente quando atingiu uma idade avançada foi que o irmão mais moço despiu a Capa da Invisibilidade e deu-a de presente ao filho.
Acolheu, então, a Morte como uma velha amiga e acompanhou-a de bom grado, e, iguais, partiram desta vida.
trecho do livro Harry Potter e as Relíquias da Morte, de J. K. Rowling
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