quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Nostalgia


Engraçado como eu só fui prestar atenção no quanto eu sou uma pessoas nostálgica quando ouvi a definição em uma porcaria de novela... mas eu sou, sou pura nostalgia, vivo das lembranças, me divirto e choro muito com elas.... podem ser velhas lembranças, ou novíssimas, saídas do forno, mas eu to sempre rindo e chorando pelas coisas que aconteceram... ando pelas ruas rindo pelas boas lembranças e cabisbaixa pelas más, mas é como se eu não pudesse evitar, elas vão aflorando em minha mente e me fazendo trazer a tona os sentimentos mais íntimos do meu ser... como diz  Fernando Anitelli , “Todo dia de manhã é nostalgia das besteiras que fizemos ontem”, o que pra mim é um pouco diferente, não é apenas de manhã, mas se estende a tarde e da tarde a noite e da noite aos sonhos  ... minha vida é pura nostalgia.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Muito ódio no coração

"Declare guerra a quem finge 'te amar', declare guerra
A vida anda ruim na aldeia, chega de passar
A mão na cabeça de quem te sacaneia..."


Aff ¬¬




O homem vê a mulher como se estivesse num frigorífico: um pedaço de nádegas, olhos grandes, cabelos pretos, seios fartos. Ele enxerga a mulher aos pedaços.

Amizade ... assim que é :

A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas.
 
Para conseguir a amizade de uma pessoa digna é preciso desenvolvermos em nós mesmos as qualidades que naquela admiramos.
A felicidade de um amigo deleita-nos. Enriquece-nos. Não nos tira nada. Caso a amizade sofra com isso, é porque não existe.
A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.

 Quando defendemos os nossos amigos, justificamos a nossa amizade.

Colcha de retalhos



Acho que minha vida é isso... ‘uma colcha de retalhos’, que quanto mais se desgasta menos bela é.
Eu sou feita de tantos retalhos e minhas ilusões são os remendos que fazem com que esses retalhos, pedacinhos de mim, permaneçam juntos. Mas os remendos estão se tornando cada vez mais gastos, o tecido apodrece cada vez mais depressa e a única coisa que consigo enxergar são os pedacinhos que vão se perdendo no caminho.
Hoje essa colcha já não me protege como antes, nem do frio, nem do medo, já não basta esconder a cabeça para que o sono venha, percebi que o mal que me assombra não é o que está fora, no escuro, mas sim o que se apodera do interior, e eu não tenho tido forças para reprimi-lo, é a inocência em confronto com a realidade, da qual não tenho como fugir.
E nesse ritmo vou perdendo, retalhos, alguns pedacinhos, e remendando outros, mas mo fim não é mas minha colcha, é apenas um pano velho costurado pela vida.


(Ana Pollyanna)